quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Viagem a Goiânia - aventura...

Viagem a Goiânia

Olááá! Tudo bem? Enfim, cheguei a Goiania. Depois de viajar de Gol e não ter nenhum lanche servido (nem mais o amendoim, he he he...), cheguei ao aeroporto de Goiânia


Bom, vamos procurar uma entidade de turismo do governo? Andei pelo micro aeroporto e nada... É... Não deve ter. Vou perguntar sobre ônibus para a faculdade. Guarda, uma pessoa que deve saber. Ele tentou me ajudar. Hoje eu sei que ele tentou, por todas as outras experiências com locais que eu tive. “Você vai andando, atravessa duas avenidas com duas pistas e anda mais um pouco, que o ônibus para o Campus passa lá”. “Têm nome as avenidas?” “Tem, mas eu não sei”. Como estava de tênis e a mala não estava muito pesada, fui.

Antes de sair do aeroporto, achei a tal “entidade de turismo do governo”. Do lado de fora do mesmo e sem nenhum mapa. EU AMO ISSO!!!!! Enfim, fui andar. 


A saga para chegar a UFG

Devo ter andado uns 2 Km. Achei um ponto de ônibus e resolvi perguntar aos locais. Ninguém sabia. Fui a uma padaria, ninguém sabia. Aí, já estava xingando toda uma geração, quando os locais do ponto se sensibilizaram e falaram para eu andar até um outro ponto (que me custaria mais um quilômetro) que lá passava um direto. 

Andei e vi o ônibus passando. Não deu tempo de pegar, claro, e fiquei esperando embaixo de um Sol podre. Veio o ônibus, confirmei se passava no Samambaia e entrei. Olhei em volta, nenhum cobrador. Aí falei ao motorista: paga para você? “Não, você tem que ter um cartão para passar”. COMO ASSIM AO CUBO AO INFINITO? Não tem aviso desse tipo de serviço em nenhum lugar, não tem ninguém para informar isso, ou seja, não tem nada. 

Fiquei pensando em como fazer... Aí entrou um cara e eu perguntei se eu poderia dar o dinheiro para ele em troca do passe. Ele aceitou, era do Rio e está há 6 anos em Goiânia. Aí começou a contar que Goiânia era uma coisa confusa e tals e tals e tals.

Finalmente, cheguei ao lugar do evento. Já não podiam mais entregar os kits. AH NÃO, EU NÃO DESPENQUEI DO AEROPORTO DIRETO PRA CÁ PARA NADA. Depois de explicar que não poderia ter faltado ao trabalho de manhã, um cara disse que depois que um show que estava tendo acabasse, ele resolveria para mim. E mandou que fosse ver o show. Fui até ver de boa vontade, mas ele não sabia que eu não gosto dessas coisas de dança... 

Aí de lá de dentro, vi sorvete. Cara, neste calor, sem o lanchinho da tarde, tudo de bom. Quando me aproximei, melhor ainda: sorvetes de frutas típicas. Amo isso. Deixei para comer os exóticos hoje. Ontem, resolvi comer o de Gengibre mesmo.  EXCELENTE...

Nesse meio tempo, chegaram dois caras que também vieram buscar o material, mas o voo havia atrasado. Foi ótimo porque nos juntamos e fomos atrás do tal homem que iria entregar o material depois do show. Como o infeliz não aparecia, nós já estávamos reclamando com uma menina da organização (que dizia que só no dia seguinte poderíamos pegar o kit). Nisso passou alguma top de linha que devia ser da organização e com medo de escândalos, pediu para uma pessoa ver isso. Quando vimos, era o tal que tinha prometido ver depois. Aí, claro, ele foi todo solícito, né? Foi a tchuca poderosa que mandou...

Aproveitei para “jantar” no coquetel do evento. Afinal, esperei uma hora para conseguir o kit. Tinha escondidinho de carne seca, macarrão com um tempero ótimo (mas, gelado), salgadinhos e suco. Peguei um táxi e fui ao hotel.

O taxista foi um capítulo a parte. Conversou tudo o que podia e não podia, me deu o cartão, se ofereceu para me levar para passear pela cidade e ainda contou que tinha conhecido uma passageira do Rio que “tinha virado um caso de infidelidade” (que eu precisava ver os e-mails que ela mandava para ele e que se oferecia para pagar as passagens dele para o Rio para vê-la). Desnecessário, né?

Cheguei ao hotel e apaguei...

O dia do Congresso

Hoje, dia 19, decidi não correr e acordei às 7h30. Uma evolução em minha vida. Tomei café e fui andar pela cidade. Queria ver onde ficava o Horto porque é um dos lugares de corrida por aqui. Aí você começa a perguntar para um, perguntar para outro e o mais interessante: NINGUÉM SABE... Depois de andar uns 3 Km, cheguei, vi onde está localizado para amanhã acordar cedo e ir correr. 

Aí começa o outro drama: onde pegar o ônibus para a UFG. UFG? O que é isso? Sim, essa foi a pergunta que eu mais ouvi aqui. Aí eu que me pergunto: “Como assim? Os locais não sabem onde é? Não sabem o que é? Enfim, uma pessoa me disse que talvez na Av. Tocantins passasse. Lá fui eu. Parabéns a ela: acertou! Aí achei um lugar para comprar o tal do Sit Pass e já garanti 4 passagens, já que tudo por aqui é MUITO difícil!

Peguei o ônibus. Tudo estava bem. Até que, meu tel tocou. Até aí, sem problemas, comecei a falar e quando estava no meio da conversa, entra uma menina toda mascarada. SIM, COM O ROSTO TODO COBERTO. Na hora, gelei. Não sabia se desligava o telefone, se me escondia, o que fazia. Pensei: vão assaltar o ônibus. Dei um jeito de desligar rápido o telefone e passei a monitorar via vidro da janela. Depois entendi que ela deveria ter algum problema de saúde. Putz. 

Depois de 50 minutos de roda roda, vi a placa: Campus Samambaia. Ah beleza, reconheci o local devido ao dia anterior e quando estava me levantando, um menino falou:  “a senhora vai para a faculdade?”. No que eu fui responder, o ônibus arrancou e eu precisei descer no outro ponto, loooonge ao extremo. PENSEI: MEU DEUS, QUANDO EU NÃO PRECISO DE AJUDA, APARECE ALGUÉM QUERENDO AJUDAR E, NA VERDADE, SÓ SERVIU PARA ATRAPALHAR. Ha ha ha... Estou no aguardo da hora do almoço e de minha apresentação. Amanhã volto para contar mais um pouco sobre a saga de se andar nesta cidade...
Super beijo

Carolina



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Sobre o Autor:
Carolina Belo Sou Carolina Belo, Bióloga e Turismóloga. Busco sempre ser feliz e ver o lado positivo de tudo o que acontece na vida. Gosto de viajar e participar de corridas pelo mundo.

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