24 fevereiro 2016

Parque Lage: o início de uma trilha pelo rio

Parque Lage

Olááá, como disse no post de domingo, hoje teremos mais um treino em trilha. Desta vez, no Parque Lage. Eu já tinha ouvido falar dela, mas nunca tive a oportunidade de ir. Como na semana anterior ao treino minha tia falou sobre essa trilha, resolvemos conhecê-la. Ainda calhou que seria no mesmo dia em que nossos amigos Rodrigo e Maria iriam treinar por esse local também. Então, lá fomos nós...

O Parque Lage, segundo o site da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, era um antigo engenho de açúcar dos tempos coloniais. Em 1859, parte da fazenda passou a ser propriedade de Antonio Martins Lage. Os anos se passaram, a chácara foi passada para outros compradores, mas, em 1920, um neto de Antonio Martins Lage, o empresário Henrique Lage, a comprou. Amante das artes, Henrique Lage casou-se com a cantora lírica italiana, Gabriela Besanzoni. Para agradar a artista, mandou construir uma réplica perfeita de um “palazzo romano” (o Solar Lage), e reformulou parte do projeto paisagístico. Os jardins que cercam a casa fazem parte do Parque Nacional da Tijuca. O entorno compreende 52 hectares de floresta exuberante, com variedade de espécies da Mata Atlântica, nas encostas do Maciço do Corcovado e ao lado do Jardim Botânico.

O Parque Lage abre às 8 horas. Ao entrar, basta seguir em direção ao Solar Lage (o palacete símbolo do local) e depois seguir até uma escada que levará ao início da trilha. É necessário parar na guarita do parque para fornecer o nome, o telefone de contato para uma emergência e a quantidade de pessoas que subirá com o grupo. Começamos felizes e contentes correndo. À medida que fomos subindo, resolvi andar, pois a trilha vai ficando bem íngreme após a passagem pelas cachoeiras. Rodrigo e Maria foram correndo na frente e eu achei ótimo, pois não queria atrapalhara o treino de ninguém, he he he he...


Trajeto Trilha Parque Lage Corcovado
Nosso trajeto até o Cristo...
Continuamos subindo, mas confesso que a achei bem pesada. Tanto que parei várias vezes para descansar, porque meu coração estava muitoooo acelerado... Quando eu pensei que estivéssemos chegando ao final, eis que encontro o quê? Uma pedra com correntes e o precipício abaixo. Bom, éramos eu e Otávio. Não adiantava muito dar piti, já que ninguém iria me ajudar. Desistir no caminho também não era uma opção. Logo, vamos enfrentar... Demorei um pouquinho, me arranhei toda (porque usei joelho, cotovelo, tudo o que poderia me dar estabilidade) e fiquei completamente suja de terra (na descida, era engraçado ver o olhar das pessoas para minhas pernas imundas!). Passada essa etapa, subimos mais um pouquinho e saímos no trilho do trenzinho para o Corcovado. Nossa, achei isso tão emocionante. Podem me achar boba, mas achei realmente muito lindo... 


Trilhos do Trem do Corcovado
Nos trilhos do trem do Corcovado
Voltamos para a trilha que continuava após atravessar os trilhos e chegamos à estrada que levava ao Cristo. Nossos amigos já estavam retornando (sim, já tinham ido ao Cristo, descansado e estavam voltando para nos “resgatar” ha ha ha).

Subimos todos até a entrada do Cristo, apreciamos um pouco da paisagem e descemos. 

Importante: caso queira chegar aos pés do Cristo, há uma taxa de entrada diferenciada para os que subiram correndo ou de bike. 


Cristo Redentor
Prontos para descer. Olha o Cristo lá encoberto.
Cristo Redentor
Quaresmeiras na descida do Cristo
Encontramos as pessoas que estavam vindo pela trilha. Os meninos desceram de novo na frente e enquanto nos esperavam lá embaixo, continuaram os treinos. Quando chegamos a tal pedra com as correntes, empaquei! O guia de um grupo que estava subindo me ajudou a descer no final. Passada essa parte mais trash, conseguimos correr na descida e chegar mais rápido à guarita do início da trilha.

Treino finalizado, fomos buscar algum lugar para o "alimento pós-treino". Fomos "enganados" pelo Rodrigo que disse que havia uma feira com caldo de cana ali perto. Andamos, andamos e nada. O que nos restou foi uma padaria na Voluntários da Pátria. SIMMMMMMMMMMMMM, nós fomos andando até a Voluntários da Pátria para comer. Isso quer dizer que o treino foi realmente longo, ha ha ha ha...

Animou para fazer essa trilha? Como disse na outra postagem: chegue cedo. Desta vez, para pegar a abertura do parque (8 h) e começar com a trilha mais vazia. Pode-se perder tempo se houver uma pessoa empacada, tipo Carolina, na parte da pedra com correntes. Indo na frente, você evita esse tipo de “problema”.  Ao chegar aos trilhos do trem do Corcovado, cuidado! O trem sobre e o trem desce, logo, fique atento. Ah, e não é permitido subir pelos trilhos, ok? Preze pela sua segurança e a dos outros. Falando em segurança... CUIDADO com as vans que realizam o trajeto até o Cristo. Ande/corra pelo canto para evitar atropelamentos. Elas sobem e descem bem frenéticas (acho isso meio errado, mas enfim, há muitos turistas esperando, né?). 

Espero que tenham gostado!
Até domingo

Um super beijo

Carolina 


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Sobre o Autor:
Carolina Belo Sou Carolina Belo, Bióloga e Turismóloga. Busco sempre ser feliz e ver o lado positivo de tudo o que acontece na vida. Gosto de viajar e participar de corridas pelo mundo.

2 comentários:

  1. Legal, Carol!!!
    Aqui.. eu topo... mas espero vocês na Voluntários da Pátria, pode?! rssss..
    Beijos!!
    http://blogdaana.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não pode Ana!!!!! A Voluntários da Pátria é a parte final!!!! Nada de queimar etapas, ha ha ha ha ha... Você precisa vivenciar tudo!!!!!!! Vai subir tudo, ver o Cristo e descer tudo de novo, he he he. Aí sim, vamos andar mil Kms para comer, ha ha ha... Brincadeira!
      Um super beijo!!!
      Carolina

      Excluir

Obrigada pela visita. Fique à vontade para dizer o que achou do post... Seus comentários são super bem-vindos... Um super beijo...

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