03 abril 2016

II Desafio 50 K da Chapada do Araripe - Parte 2

Parte II

Olááááá! Nem vou me alongar muito na introdução, pois a segunda parte do II Desafio 50 K da Chapada do Araripe está maior que a primeira (e eu falei que aquele outro post estava enorme, né? Ha ha ha ha ha. Então, vamos lá...

O segundo trecho começou na paz. Fomos até a cidade de Barbalha pelo asfalto. Íamos intercalando caminhada com um trote leve. Não houve grandes dramas nesse período.


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Acho que isso seria um drama...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Vamos que vamos... Jacque na frente...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Padre Cícero no caminho...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Chegando... Calma, em Barbalha.
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Tempo para book...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Tempo para polpa de frutinha...
Para entrar no centro da cidade, havia uma subidinha (que não era nada comparada com o que iríamos enfrentar, ha ha ha ha ha). 



II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Subida leve...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Líquido para dar um "up". Estava geladinho... Obrigada Jacque...
Passamos pela Igreja Matriz e vi que havia uma escultura que retratava um bichinho se dobrando a um santo (seria Santo Antônio?) em frente a ela. Achei bonitinha essa escultura, apesar de ser triste (sempre!!!!). Até perguntei ao motorista que nos levou ao aeroporto o que era, mas ele disse que era algo novo e que não sabia explicar. Caso alguém saiba e possa dizer o que é, pode escrever aqui nos comentários. Ficarei agradecida.
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Igreja Matriz...
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A escultura que falei do bichinho...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Entrada principal da Igreja Matriz...
Voltando à corrida, corremos por ruas de pedrinhas e chegamos à Igreja do Rosário. Eu a achei linda (já até tinha visto quando fomos a Juazeiro do Norte, mas só as laterais e não pela frente).


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Faltam 20 Km! As pedrinhas...
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Correndo pela cidade...
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Mensagem de apoio e força...
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Achei linda a Igreja do Rosário...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Tinha que ter um book, né?
Contornamos a igreja e já vimos o posto de hidratação que se encontrava na frente de uma residência. Paramos por um tempo e havia uma pessoa jogando água nas nossas panturrilhas e fazendo massagem rápida “porque a gente ia precisar MUITO delas daqui para frente”. Bom, não levei muita fé nisso, mas essa pessoa estava MUITO certa!


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Chegando ao posto de hidratação
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Antes de continuar, momento de amor...
O Sol já estava incomodando e eu buscava toda sombra possível. Na saída da cidade havia um entroncamento que nós atravessamos. Passamos por uma subida leve e viramos à esquerda. Era uma descida! 


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A alegria da descida...
Aproveitamos para correr e ganhar tempo. No final da descida havia um local com várias carroças e uma imagem de Santa Terezinha do Menino Jesus. Não sou uma pessoa extremamente religiosa, mas eu pedi a ela que nos desse forças, porque estava sinistro já...

II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Santa Terezinha do Menino Jesus...
Viramos à direita e seguimos pelo asfalto até um trecho com terra batida. Eu estava começando a sentir meu ciático repuxar e a lombar travar. Fui andando e fazendo massagem (quem viu a cena deve ter achado algo estranho, mas enfim, melhor parecer estranha e conseguir chegar ao final, ha ha ha ha). 

Algumas subidinhas apareceram, mas podemos chamar de subidinhas mesmo, afinal, o que vinha depois... he he he he.


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Trecho de asfalto até...
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...entrarmos no trecho de terra.
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Algumas pedrinhas no caminho...
Km 35, posto de hidratação. Gatorade amigo e lá fomos nós. Jacqueline estava tranquila e foi na frente. Otávio ficou para trás. Quando eu olhava para trás, via que ele se afastava cada vez mais, mas não me preocupei porque ele sempre recebe um “sopro de vida” e acaba me alcançando de novo. 


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Posto de Hidratação do Km 35
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Otávio chegando ao posto do 35.
Fui alternando caminhada com corrida, apreciando a paisagem e sempre buscando estar perto de alguém (vocês já sabem que eu tenho medo de ficar sozinha nas trilhas). 

Quando vinha uma moto, eu "gelava"! Foi bom porque fiquei "refrescante" por um bom tempo, já que passava moto toda hora. Brincadeira, he he he he he...


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Começando a descer
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Mesmo cansada, a gente sorri para a foto, he he he he
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Sempre buscando algum companheiro por perto...
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Observando a paisagem. Casa de marimbondo.
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Uma sombrinha chegando...
Começamos a subir pela estrada de terra mesmo. 


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O verde encantador da paisagem...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Buscando mais um companheiro de corrida para não ficar sozinha na estrada. Acho que é o Vinícius.
Encontrei o corredor Vinícius se alongando. Resolvi dizer algo como “força, Vinícius” (a vantagem de ter número de costas). Tem gente que não gosta muito de ouvir esse tipo de palavra, mas pelo caminho eu ainda tinha forças para falar (mais para o final, eu já não conseguia, ha ha ha).

Cheguei ao Km 37 e ainda consegui ver a beleza nas flores ao lado da placa. 


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Flores no Km 37
O fotógrafo Renato Neves estava mais ou menos por ali. Eu estava andando e ele disse: “corre Carolina, para eu fazer uma foto aqui”. Cara, aquilo me deu um sopro de vida e eu corri além das vistas dele. Tive a chance de ver a foto que ele fez. Achei um espetáculo!


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Correndo após o sopro de vida do fotógrafo. No mesmo ponto, em ângulos diferentes... Essa é a minha visão...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Essa é a visão do fotógrafo... Aquela lá na frente sou eu, ha ha ha ha. Fotografia de Renato Neves.
Começamos a correr em uma área com mais vegetação. Mas em alguns momentos ficava tudo bem aberto e o o Sol estava bem aloprado no corpo..

Era um lugar que parecia que estavam fazendo obras. Foi uma coisa surreal. A gente ia vendo as pessoas lá em cima meio que se arrastando. E ainda teria que passar por um bom trecho até alcançar onde elas estavam. 


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Paisagem...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
E a bióloga acha um diplópode "gigante"
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Ai Jesus, sobe...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Tá sofrendo??????
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Achei que chegaria ao céu... Mas esperava chegar viva!
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Adoro essas feições sofridas, ha ha ha ha
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
E as pessoas lááááá longe...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Parada estratégica para apreciar a paisagem. Ahhh, paraaaa, dia primeiro de abril foi anteontem... Fala logo que cansou e resolveu parar...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Vamos, força!
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Anima, lá vem a descida!!!!
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Sombra refrescante...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
As descidas eram animadoras!
No Km 39,7, vi um corredor deitado no chão, sem um dos tênis. Ai meu Deus! Havia um outro corredor com ele e perguntei se ele estava machucado (ohhhhhh, será Carolina???? Ele quis deitar ali para tirar uma soneca, né?). A pessoa que estava com ele respondeu que sim e pediu para eu avisar no posto de hidratação que ele estava precisando de ajuda. 

Cara, eu juro que me esforcei para correr e chegar mais rápido, mas EU NÃO CONSEGUIA! O ciático repuxava e até o trocanter doía (e eu nunca tinha tido dores no trocanter). Eu fui esperando encontrar o próximo posto no Km 40, uma vez que eles estavam aparecendo praticamente de 5 em 5 Km), mas não foi assim... Aí, sucumbi...



Cheguei a um rio, onde havia um grupo de pessoas. De longe, assim como no deserto, tive uma miragem e achei que seriam os staffs. 

Quando cheguei mais perto, eram corredores. Pedi que avisassem que havia um corredor machucado no Km 39, pois, com certeza, eles me ultrapassariam, já que eram todos “meninos novos”. 

No entanto, um deles me disse: “nós não vamos agora não, pois vamos ficar com nosso amigo”. Putz! O corredor que estava mergulhado no rio não estava lá de bobeira, para um puro refresco... Ele também estava passando mal... 

Segui o caminho então e me vi sozinha na mata. Mais um motivo para apressar o passo, massss... as subidas foram ficando mais íngremes. Eu estava me sentindo como aqueles sobreviventes do acidente aéreo dos Andes: o grupo ficou esperando enquanto três deles foram atrás de ajuda. Lembrar-me dessa história naquele momento foi algo motivador.


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Tem alguém sucumbindo aí????
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Mesmo na sombra estava difícil...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Sobeeeeeee...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Deusssssss, me dê forças!
Vi alguns corredores saindo de uma casa e pensei: “posto de hidratação”. Mas não era... As pessoas estavam tomando uma ducha com uma mangueira. Bom, a menina da casa me ofereceu (obrigada!), mas tinha a missão de chegar ao posto de hidratação, o que só aconteceu alguns metros depois, já no Km 41.

Achei uma cadeira, me joguei nela, enquanto dava o recado. Ufa! A staff disse que alguém já tinha avisado e que estavam esperando o resgate aparecer. Alívio! Pedi água para encher o reservatório da mochila e... SURPRESA!!! Não havia... 

Ai Jesus! A staff falou que tinha conseguido uma jarra com a moradora (o posto estava em frente a uma casa). Enquanto eu descansava sentada, a gente encheu o reservatório com aquela água. Obrigada! Por mim, eu ficaria mais um tempo sentada, mas como reencontrei a minha treinadora pelo caminho, tive que encarar a pressão novamente e correr (ops, voltar ao movimento, pois andei, ha ha ha ha ha).


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Vários caminhos...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Seguindo em busca do fim...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Uma visão...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Achei essa árvore linda!
Corre, anda, corre, anda, fomos avançando... Km 43. Sou ultra!


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Km 43!
No entanto, não havia tempo para comemoração, pois o tempo estava bem avançado já. Assim que passamos pela placa, eu pensei: “Meu Deus, como será que está Otávio? Onde será que ele está? Será que ele vai conseguir água no último posto?” 

Pedi a Deus que desse tudo certo e que Ele desse forças para Otávio seguir. Como vocês podem ver, essa corrida manifestou uma grande religiosidade em mim, he he he he...

Eu estava tão estafada que já não tinha mais vontade de fotografar! Como assim? É um milagre! Chegamos a um trecho em que havia um fotógrafo (acho que era no Km 44). Ele teve a “audácia” de falar: “dá um pulinho”. Caraaaaaaaaaaaaaa, como dar um pulinho naquele momento????? A perna estava indo no automático, ha ha ha ha...


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Mais um pouco do caminho...
Nesse meio tempo, aconteceu um fato triste... Em algum momento, havia algumas crianças brincando. Quando elas nos viram, elas foram para a beirada da estrada e bateram palmas dizendo palavras de incentivo. 

Gente, eu só não me debulhei em lágrimas porque precisava guardar o resto de forças que ainda tinha (a garganta ficou apertada), mas fiquei refletindo sobre a vida que algumas pessoas levam... 

Algumas pessoas têm tudo e são azedas, amargas e etc. Já outras são super simples e felizes! Quando Otávio disse que passou nesse trecho e as crianças perguntaram se ele tinha garrafinhas, tive vontade de me bater. Sério! Eu vivo doando as garrafinhas para meus alunos que nem sempre valorizam as coisas e há no mundo pessoas que querem uma coisa simples dessa. 

Otávio disse que não tinha a garrafinha, mas ofereceu as bananadas que tinha levado (e elas quiseram). Se eu voltar para fazer essa prova de novo, vou levar vááááárias garrafinhas para elas e sair distribuindo.

II Desafio 50K da Chapada do Araripe
As crianças que foram o ponto alto dos Kms finais. Rostos desfocados em vista da proteção da imagem da criança e do adolescente. 
Chegamos ao posto de hidratação do Km 45. Achei um tronco e sentei. Foi importante demais essa parada! Bebi mais Coca-cola e pensei em onde estaria Otávio. Eu estava estranhando ele ainda não ter chegado... Um staff disse que o asfalto apareceria no Km 47. Então, lá fomos nós...


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Olha o tronco que virou banquinho ali no fundo...
Entre os Kms 45 e 47 apareceram algumas descidas que nós aproveitamos para trotar. Passamos por uma casinha e lá estava Santa Rita! Mais pensamentos para mim, para Jacque, para Luiz e para Otávio... 


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Santa Rita
Barulhos de carros, sinal de que o asfalto se aproximava... E lá estava ele... Isso não significava que seria mais fácil, mas que estava mais perto de chegar...


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Quase no asfalto
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
A alegria de quase chegar ao asfalto, ha ha ha ha
Bom, apesar de desejar o asfalto, o que indicava que estaríamos próximos do fim, eu achei essa parte perigosa. Não havia acostamento na maior parte do trecho, os carros estavam passando em alta velocidade e nós estávamos no mesmo sentido que os carros. Toda hora que ouvia um barulho de veículo vindo, eu fazia sinal com as mãos como forma de dizer: “Olha, a gente está aqui, cuidado!!!”.


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Muito estreita a parte para corrermos
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
O asfalto chegou!!! Falta pouco!
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Falta pouco, masssss ainda tinham algumas subidas...
Eu queria ver as placas para o Balneário do Caldas, porque aí faltaria pouco MESMO. Mas... Era tanta subida que demorou bem...

Finalmente, as placas. Viramos. Um ciclista passou por nós e disse: “Não desistam”. Eu não tinha forças, mas imagina se eu ia desistir, ainda mais faltando apenas 1 Km... Quem me conhece sabe que vou arrastada, mas vou...


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Chegando...
FINALMENTE, A MARCAÇÃO DOS 50 KM. Eu ficaria só com a marca no asfalto mesmo, mas a Jacque falou para fazermos uma selfie. Eu não tinha nem vontade (dá para perceber pela cara da pessoa), mas hoje vejo que foi bom.


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Seria uma miragem?????
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Nããããão, é super real!
Algumas descidas a mais e vimos Luiz nos esperando. Como assim???? Ele caiu no primeiro trecho e machucou o trocanter (mais uma vez esse trocanter aparecendo na história!). Teve que desistir no Km 25. Poxa! 

Enfim, chegamos! Geralmente, eu derrubo litros de lágrimas. Desta vez, estava tão sugada em todos os campos (físico, mental e espiritual) que não chorei. Apenas soltei um grito que veio da alma...


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Flores amarelas no caminho!

Eu achei as medalhas muito criativas e muito lindas. Elas eram de couro e, praticamente, personalizadas, pois cada uma era de cor diferente. A que ganhei quando cheguei não será doada não. Será pendurada com muito carinho junto com outras especiais (para quem não sabe, eu levo algumas medalhas como doação para o professor de educação física da escola entregar aos alunos nos campeonatos).


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Medalha linda.
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Mais de perto...
Reencontrei Germana no final (confesso que não a vi quando cheguei), mas sim quando ela veio me abraçar. Cara, ela estava tão limpa e eu tão imunda. Mesmo assim, ela me deu um abraço que foi energizante! 

Ficamos lá esperando a chegada da amiga dela, a Vera Lúcia (que corremos mais ou menos juntas em vários trechos), e de Otávio.  A chegada de Vera foi emocionante. A gente nem se conhecia e eu também fui dar um abraço nela e chorei. Enfim, coisas que a corrida nos proporciona. 

Esperamos mais um pouco, vimos outras chegadas emocionantes e, finalmente, Otávio chegou! Que alívio! Ele havia tido bolhas e crises de pressão baixa a partir do Km 35 e não conseguiu desenvolver. Não teve o tempo computado oficialmente, mas quem se importa? O mais importante foi que ele chegou e estava razoavelmente bem...

II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Chegando...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Que cara é essa??? He he he he...
II Desafio 50K da Chapada do Araripe
O sofrimento passa rápido! Já estamos sorrindo... Ha ha ha ha...
Depois de algumas fotinhas, o descanso merecido a todos!


II Desafio 50K da Chapada do Araripe
Conseguimos!!!!!
Termino esse post gigante muito feliz por ter tido essa experiência. Eu confesso que achei que tivesse mais trilhas, uma vez que a descrição da corrida dizia que a prova é uma ultramaratona de trilha. 

No entanto, valeu muito a pena ter participado da prova e conhecer a Chapada do Araripe também! Eu gostaria de ter tido mais tempo para poder visitar alguns geossítios do Geoparque do Araripe (só fomos à Colina do Horto conhecer o Santuário de Padre Cícero). 

Antes de fechar, em definitivo, gostaria de agradecer ao empenho e ao carinho da organização da prova e dos staffs em todo o trajeto. 

Além disso, um agradecimento especial aos fotógrafos Renato Neves e Jardel Matos que conseguiram captar os sentimentos emanados pelos corredores e retratar o Desafio de uma forma muito intensa e artística. Cada postagem das fotos nas mídias sociais é um momento de pura emoção.

Espero que tenha gostado da aventura. 


Até quarta-feira

Um super beijo

Carolina


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Sobre o Autor:
Carolina Belo Sou Carolina Belo, Bióloga e Turismóloga. Busco sempre ser feliz e ver o lado positivo de tudo o que acontece na vida. Gosto de viajar e participar de corridas pelo mundo.

10 comentários:

  1. Muito bacana, Carol... Dá vontade de correr nessa paisagem! Parabéns!

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    1. Oi Ubiracy! É um lugar especial esse. Vale muito a pena ir...
      Obrigada pela visita!
      Beijos
      Carolina

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  2. Oi Cal, excelente postagem. Muito bem retratado a experiência!!!! Foram momentos bem marcantes para mim poder correr com vc até o final. Afinal, em sua primeira ultra eu não abriria mão de vivenciar com vc!!!! E só nós sabemos como foi não??? ahahahahaaaa
    Bjs no seu coração. Parabéns e vamos para a próxima?????? kkkkkkk

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    1. Nossa Jacque, foi alucinado...
      A próxima??? Agora só distâncias médias, ha ha ha ha. Se bem que já comecei a ter uma saudade... Ha ha ha ha ha
      Super beijo...
      Carolina

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  3. Garota, que prova sofrida!
    Mas o fato de se tornar ultramaratonista deve ter superado qualquer perrengue durante a prova, hein?
    Beijo,
    Dani.
    Blog Dani Corredora

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    1. Oi Dani. A gente sofre, chora, ri, se mata, diz que nunca mais vai fazer, mas depois esquece tudo. Ha ha ha ha ha. Eu quero ficar nas meias distâncias, masssss já estou com um pouquinho de saudades de tudo aquilo, vai saber o que se passa na mente das pessoas, né?
      Um super beijo
      Carolina

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  4. Carol, que prova sinistra. Só posso dizer sinceros P A R A B É N S.
    Você é uma guerreira. Tuas observações ao longo da caminho traduzem muito das longas distâncias. Observar uma árvore, uma sombra, uma casa de marimbondo, flores, enfim. Adorei saber que você doa as medalhas. Um fim bonito para tantas recordações de corrida. Você sem dúvidas é uma pessoa muito especial.
    beijos
    Helena
    Blog Correndo de bem com a vida
    Twitter @Correndodebem
    IG @correndodebem

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    1. Oi Helena! Já que sou mais lentinha, eu corro (e ando também, ha ha ha) para apreciar as maravilhas do caminho. Afinal, é uma oportunidade única passar por determinados lugares. Então, busco "sugá-lo" ao máximo! As medalhas iriam ficar aqui penduradas, juntando poeira. Como tem os campeonatos na escola, acho válido passar essa energia para frente. Os alunos ficam muito felizes. Um dia, um falou para mim: "olha o que eu ganhei professora! Eu tenho, a senhora não tem". Ri muito e ele não deve ter entendido nada o motivo do meu riso, ha ha ha ha.
      Muito obrigada pelos parabéns, pelos elogios e pela visita!
      Um super beijo
      Carolina

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  5. Carol que prova é essa!
    Muito bem retratada.
    Realmente provas assim não são pra mim, no seu lugar teria parado no 15 km, prefiro asfalto.
    E o Otávio, mortim!!!

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    Respostas
    1. Foi MUITO doida mesmo Délio. Massss, um dia você pode fazer uma distância pequena para ter a experiência em trilha, he he he he... Vamos fazer a Turtle Run. Do ladinho da sua casa, nem trabalho vai dar, he he he he..
      Super beijo
      Carolina

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Obrigada pela visita. Fique à vontade para dizer o que achou do post... Seus comentários são super bem-vindos... Um super beijo...

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