13 abril 2018

Jardim Botânico do Rio de Janeiro: algumas impressões sobre nossa visita

Olááá! Tudo bem? Hoje é dia de falarmos um pouco do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Já fui muitas vezes, mas estive lá recentemente com a Ana do blog Livre Embarque e vi algumas novidades. Então, decidi escrever um pouco sobre ele. Vamos lá?
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
A entrada já tinha objetos diferentes. O tradicional Relógio de Sol estava lá. No entanto, nunca tinha visto a Escultura La Danse, em homenagem a Matisse.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Após passarmos pela cancela, já estávamos de frente ao Jardim Sensorial.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Eu adoro essa parte. Afinal, aqui os sentidos são estimulados. O cheiro é maravilhoso, pois são usadas espécies aromáticas.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
A novidade, para mim, se fez novamente presente. Ao lado do Jardim Sensorial, havia um Cactário. Muito interessante ver a diversidade de espécies de cactos de variadas partes do mundo...
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Do cactário, seguimos por uma escada até um mirante. De lá, foi possível ver todo o ambiente dos cactos e mais uma parte do Jardim Sensorial.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Esse mirante seguiu por um caminho por cima da cascata. Passamos por mais um mirante e chegamos à Gruta Karl Glasl. Ele foi diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro de 1863 a 1883. A ideia era criar um espaço para abrigar espécies que estão acostumadas a ambientes mais escuros e úmidos.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
A gruta fica próxima ao Lago e Cômoro Frei Leandro.  
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Esses locais foram nossa parada seguinte... Aliás, tudo ali é bem fotogênico... O lago, as plantas, as esculturas...
Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Passamos pela estufa de plantas insetívoras, mas como estávamos com pouco tempo, apenas observamos rápido... 
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Tentamos entrar no Museu Sítio Arqueológico Casa do Pilão, mas ele estava fechado... Uma pena, pois ali era uma das unidades de produção da Real Fábrica de Pólvora da Lagoa Rodrigo de Freitas. 
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Era ali que se realizava a etapa mais perigosa do processo de produção do explosivo, ou seja, a compactação da pólvora. Em 1831, ela foi desativada. Nos anos 80, após a confirmação da existência do sítio arqueológico da Oficina do Moinho de Pilões, tornou-se um Museu-Sítio Arqueológico. 

Já que não deu para visitar a atração anterior, fomos ao Orquidário. 
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Pela primeira vez, consegui fotos sem ninguém no local. Um milagre, pois esse espaço é mega disputado pelos visitantes. Essa é a vantagem de chegar cedo ao Jardim Botânico, he he he...
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Próximo ao Orquidário, está o Bromeliário. 
Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Não sou muito chegada a bromélias, mas sempre é válido dar uma olhada no local.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Seguindo o passeio, vimos, de longe, as ruínas da antiga fábrica de pólvora. Atualmente, lá funciona uma lanchonete e um parque infantil.

A intenção era ir direto ao Portal da Real Academia de Belas Artes, um dos símbolos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. 
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Esse portal está localizado no final da Aleia das Palmeiras. 
Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Havia uma exposição com diversas obras de arte no Jardim Botânico. Esta tinha como objetivo aproximar o topo das palmeiras dos visitantes.
Aliás, essa é uma das mais importantes vias do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. No meio dela está o Chafariz das Musas.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
São quatro estátuas representando as artes Musical, Plástica, Poética e Dramática.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Curiosidade... O Chafariz das Musas não tem bomba para puxar a água. O sistema hídrico do equipamento conta apenas com a força da gravidade para fazer a água jorrar. Legal, né?

Perto do Chafariz das Musas, encontramos a Sumaúma no Monumento Tom Jobim. 
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Ela é uma das maiores árvores do local.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Andamos mais um pouco para chegarmos ao Roseiral Pedro Cachimbo. Tadinha das roseiras... Os pés estavam bem mirradinhos... Uma pena...
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Parada obrigatória em todas as minhas visitas ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o Jardim Japonês é um espetáculo.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Para finalizar nosso passeio corrido, passamos para ver a Palmeira Imperial e o Busto de D. João VI.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
A chamada Palma Mater foi plantada pelo próprio D. João VI. A partir daí, ela ficou conhecida popularmente como palmeira real ou imperial. Em 1972, um raio atingiu a Palma Mater. Em seu lugar, foi plantado outro exemplar, simbolicamente chamado de Palma Filia.

Antes de sairmos, ainda registramos uma árvore Pau-Brasil.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Mais uma curiosidade... No século XIX, havia uma fábrica de Chapéus Panamá funcionando dentro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. A espécie Carludovica palmata foi trazida da Amazônia para ser cultivada no local como matéria-prima para a fabricação dos mesmos.

Era hora de sair do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, porque o dia ainda seria agitado...
Jardim Botânico do Rio de Janeiro


Informações importantes sobre o Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Horário de funcionamento: Segundas-feiras das 12h às 17h. De terça-feira a domingo das 8h às 17h.
Contato: (21) 3874-1808.

Para ver algumas impressões sobre o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, confira o vídeo...

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Espero que tenha gostado… Você gosta de visitar jardins botânicos durante suas viagens? Conte aqui nos comentários.
Até amanhã.

Um super beijo,

Carolina
Para mais passeios pelo Rio de Janeiro, confira

Para conhecer o blog da Ana, o Livre Embarque, acesse
Jardim Botânico do Rio de Janeiro

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Sobre o Autor:
Carolina Belo Sou Carolina Belo, Bióloga e Turismóloga. Busco sempre ser feliz e ver o lado positivo de tudo o que acontece na vida. Gosto de viajar e participar de corridas pelo mundo.

2 comentários:

  1. Respostas
    1. Muitooooo bom Aninha! Fazia tempo que eu não ia ao Jardim Botânico. Obrigada por me dar essa oportunidade.
      Um super beijo,
      Carolina

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Obrigada pela visita. Fique à vontade para dizer o que achou do post... Seus comentários são super bem-vindos... Um super beijo...

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